CHAMADAS DE JORNAIS DESDE 0 SÉCULO 19.
A história no dia-a-dia, contada pelos repórteres dos jornais de Santos e Baixada Santista.
Serviço Social da Indústria anuncia gêneros alimentício a preços baixos. Os vários endereços em Santos em Santos e interior.
Anúncio no Santos Jornal de 8 de agosto de 1947.
Na mesma edição do Santos Jornal, “…o problema da juventude operária atinge todas as raças, continentes e países…”. Página 8. Dia 8 de agosto de 1947.
Jornal Católico. Assim se posiciona o Santos Jornal, E faz indicação dos filmes do cinema com classificação de cada um de acordo com critérios da publicação. Em 31 de dezembro de 1947.

Em 1974 o Almanaque de Santos mostra peça de divulgação do Jornal A Tribuna sobre os 80 anos de circulação da publicação.
No mesmo ano, O Almanaque de Santos conta a história do transporte coletivo na cidade. As gôndolas, para várias pessoas, com tração animal. Bondes. A evolução até aquele ano de 1974.
Anno III da Revista A Fita, tem na capa fotografia da mademoseille Regina Flory, do Theatro Marigny de Paris. a edição tem 40 páginas e saiu no dia 23 de novembro de 1913.

Mascarada é a alegoria na primeira página de A Fita de 19 de fevereiro de 1914. A edição tem 36 páginas.
Lições importantes em todas as idades. O pensamentodo homem sobre o homem. Reflexão na primeira página de O Caixeiro, edição de 23 de novembro de 1879. A edição tem 4 páginas voltadas aos interesses da classe comercial.
“…sem embargo de seus esforços em contrário, não experimentarão o prazer de n´élla reverem os talentos de uma das mais precoces capacidades da Academia Paulistana, ceifada pela morte na primaveros dos seus mais bellos annos. – Santos, 9 de agosto de 1859.”. Trecho de texto do jornal O Ytororó, de 1 de setembro de 1859. Página 5. Edição com 14 páginas.

Uma conspiração imaginária. Isso levou à policia de São Paulo martirizar dois jovens, prendendo-os ilegalmente. Ficaram presos oito dias e a conspiração não existia.
No Praça de Santos de 15 de janeiro de 1930.
Na edição de 12 páginas, do Diário de Santos, na primeira, homenagem póstuma a um dos heróis de Copacabana. O tenente Mario Carpenter, de tradicional família de militares de alta patente. Em 21 de novembro de 1930.
“Grande honra nos consideria v.ex. dignando a proceder assignatura da nova lei reguladora da imprensa…”. Assim começa a carta de Herbert Moses, presidente da Associação Brasileira de Imprensa a Getúlio Vargas, em 28 de janeiro de 1932. Diário de Santos.

Inverdades levadas pelo capitão Amado Mena Barreto ao Supremo Tribunal Militar contra Agripino Nunes de Azevedo culminaram na absorvição do sargento. A Tribuna do dia 11 de janeiro de 1930.